"Jovens mais inteligentes ou dependentes?"


Artigo de Opinião de João Curto publicado no Jornal Público
"Com a evolução do conhecimento da biologia e funcionamento cerebral, concretamente a investigação nas neurociências, é hoje possível aumentar a acuidade das funções cognitivas como por exemplo a memória operativa, a atenção, as capacidades perceptivas visio/espaciais, a inibição e mesmo a tomada de decisão através da acção de substâncias psicoactivas, concretamente estimulantes e potenciadores cognitivos, que actuam tentando respeitar os mecanismos naturais do cérebro como são exemplos...."
27-12-2015